terça-feira, 12 de julho de 2011

A primeira noite de Chaplin comigo

Estava tenso, confesso. Ia ser a primeira noite do cachorro comigo, numa casa estranha a ele.

A antiga dona, Aline, havia me falado que ele era muito safado, que latia muito e que destruía toda a casa. Fiquei pensando se o cachorro não ia querer dormir na minha cama, coisa que só de pensar faz minha namorada ter arrepios na espinha.



Antes de ir para minha casa com o Chaplin fomos para a casa do meu amigo (a foto dele está na postagem anterior) para que o Chaplin conhecesse o Akyra (cão do meu amigo). Fizeram uma amizade de leve, estranharam-se um pouco, normal.

Depois fomos até a casa da minha namorada, onde Chaplin conheceu minha sogra e fez uma baita festança com todo mundo por lá.

Finalmente fomos até a minha casa, onde Chaplin brincou um pouco antes de irmos dormir.


Apreensivo que eu estava, coloquei a cama dele ao lado da minha, como fazia quando cuidava do cachorro do meu amigo, para que ele não ficasse muito tenso e não infernizasse minha vida.

Que nada. Chaplin ignorou solenemente a caminha que eu fiz para ele e seguiu para o sofá onde resolveu fazer o ninho dele.

Essa cena durou poucos minutos, até o Chaplin sair dali e ir para o sofá...

Não latiu, não chorou. Cobri ele com o cobertor velho que reservei e fui dormir. Ao acordar um susto. Dele, não meu.

Quando disse "Oi, Chaplin" ele deu um salto gigantesco e saiu da cama como o Cascão fugiria da água. Fiquei um tanto decepcionado, esperava uma lambida, algo assim. 

Logo após o salto ele me reconheceu e, aí sim, correu em minha direção abanando o rabinho. Estava feliz, afinal.


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